
Hamilton venceu o segundo GP da temporada e vai tentando fazer frente à hegemonia da escuderia de Ross Brawn.
Curto, directo e sem açúcar. Assim se fala de desporto




A fenomenal caminhada do Braga neste início de época tem suscitado muito interesse e atenção. A cidade está eufórica, os jogadores confiantes e os elogios vão-se multiplicando. 
O Braga soma e segue, ao contar por vitórias os cinco jogos disputados esta época. A liderança é indiscutível, sobretudo para quem já defrontou (e venceu) dois candidatos ao título, Sporting e FC Porto. Veremos quanto tempo durará o fôlego do plantel de Domingos Paciência.
O ciclismo é uma modalidade em vias de extinção e a notícia do doping detectado no vencedor da última edição da Volta a Portugal derruba toda a verdade desportiva que (ainda) detinha.
O primeiro embate de colossos da época acabou sem fazer mossa a qualquer uma das equipas. Um nulo no marcador não chegou a aquecer os apaniguados da modalidade, sequiosos de um confronto de estrelas, como este que teve San Siro como palco de batalha. À hora marcada, o campeão europeu Barcelona engalanou-se com as suas melhores armas para enfrentar os guerreiros de José Mourinho. Uma união galáctica, que teimava em degenerar numa guerra táctica. Resultado: as defesas impuseram-se e os disparos dos magos ofensivos não causaram vítimas. 
Aos 20 anos, Juan Martin Del Potro entrou para a história do ténis, ao conquistar uma etapa de Grand Slam, a última do ano. O jovem argentino travou a senda vitoriosa do nº 1 mundial, Roger Federer, na prova americana, à sexta final consecutiva. O suíço, pentacampeão do US Open, marcou um registo inimaginável de 40 vitórias consecutivas no evento novaiorquino, travadas, agora, pelo talentoso Del Potro. Na primeira final em provas do Grand Slam, o argentino conseguiu a vitória e logo perante o recordista mundial. Em cinco “sets”, Del Potro correu sempre atrás do resultado. Federer entrou melhor e chegou facilmente à vitória no 1º “set”, por 6-3 e, quando tudo indicava que o 2º teria o mesmo destino, com o helvético, ao serviço, com 5-4 a seu favor (e 30-0 no jogo!) eis que Del Potro, reage com um “break”. Igualada a questão, o argentino foi mais forte no “tie break”. Reatado o encontro com igualdade no marcador e repete-se a história. O 3º foi conquistado por Federer, depois de conseguir quebrar o serviço por uma vez ao seu oponente, que voltaria a surpreender no 4º “set”,novamente com nota de culpa do suíço, que podia ter fechado. Novamente, o “tie break” e outra vez favorável ao gigante argentino.
Desestabilizado, o suíço entregou os pontos e, inexplicavelmente, foi presa fácil no quinto e decisivo parcial. Inacreditável como o suíço deixou fugir a vitória, que chegou a parecer fácil, mas extraordinária a forma como o jovem argentino não acusou a pressão e aproveitou as debilidades do experiente adversário, que cometeu, por exemplo, oito duplas-faltas, inédito no poderoso servidor. Fatal perante o intratável argentino, que está numa forma soberba e com a confiança em alta.
Depois do encontro, o reconhecimento. Na primeira grande vitória da carreira, Del Potro admitiu os dois sonhos há muito no horizonte: “Ganhar o US Open e ser como tu, Roger, mas para isso ainda me falta muito”. Federer sorriu e não admitiu qualquer frustração: “O que posso pedir mais?”, indagou o melhor tenista de sempre, no final de uma época em que chegou às quatro grandes finais e venceu duas (Roland Garros e Wimbledon), casou e foi pai de duas meninas.
Enorme, mesmo na derrota, o “senhor” do ténis, recebe dos adversários os maiores elogios e, as palavras de Del Potro ressalvam, não só a humildade do jovem, como toda a genialidade e ombridade do grande campeão, Roger Federer.

anos surpreendeu (só os desatentos) ao atingir a final. Wozniacki foi a tenista que disputou mais encontros na época, mas nem isso a fez acusar cansaço ou pressão adicional. Apesar da tenra idade, Wozniacki encerrou todas as dúvidas quanto à sua promissora carreira. Na final, 7-5, 6-3 favorável à experiente belga que não esbate o sonho da emergente dinamarquesa, cujo futuro está assegurado.
final de uma etapa de Grand Slam; Clijsters volta a ser rainha dos courts, depois do interregno para casar e ser mãe. Os aplausos da pequena Jada são uma lição sobre desporto e o mais valoroso troféu de Kim, que prescindiu de algumas etapas no ténis, para constituir uma família. Clijsters é hoje uma jogadora mais completa: mais simpática, mais feliz, mais forte... melhor. Porque há valores que não vêm do desporto, saúdam-se as vitórias de Kim Clijsters. 
beleza de um ponto, da segunda fica a garra de Del Potro e a inoperância de Nadal, que levou uma lição de ténis do prodígio argentino, que alcança a primeira final de um Grand Slam da sua carreira. Aos 20 anos, Del Potro foi gigante em todos os pontos, vencendo por um triplo 6-2. Apoiado numa agressividade e combatividade únicas, o argentino foi brilhante a servir e nas pancadas de direita, vulgarizando um portento como Rafael Nadal! 