Roger Federer bate Andy Roddick e vence 15º Grand Slam
Para um momento histórico, uma final inédita. Roger Federer precisou de 4h18 para ser, em definitivo, o melhor tenista de sempre e … da actualidade. Contra-senso? Nem por isso. Federer venceu o torneio de Wimbledon e com ele completou um total de 15 vitórias em etapas de Grand Slam, patamar nunca antes alcançado por nenhum tenista. Pete Sampras foi relegado para o segundo lugar na lista dos tenistas mais vitoriosos de sempre. E, com esta vitória, Federer ascende novamente à liderança mundial, donde esteve arredado desde Agosto do ano passado. Depois de um interregno à sua cavalgada de 237 semanas no trono, Federer reassume, agora, o seu posto.
Federer continua a fazer história. E que história se fez no court central All England. É que o norte-americano Andy Roddick tudo fez para evitar o destronar do compatriota Pete Sampras. Foram precisos 77 jogos para se apurar o vencedor, na mais longa final de etapas de Grand Slam, que culminou num parcial insólito de 16-14! Para um momento solene, nada melhor do que uma maratona de espectáculo tenístico, no renovado All England, perante 15.000 entusiastas da modalidade, de dois soberbos praticantes.
Roddick até começou melhor, por virtude de um “break” que conseguiu ao 12º jogo, vencendo o 1º “set” por 7-5. Num jogo muito equilibrado, os jogos de serviços foram decisivos, daí terem ocorrido apenas três “roubos” em 77 jogos. Federer colocou-se em vantagem, ao decidir a seu favor os “tie breaks” do 2º e 3º “set”, mas o norte-americano não cedeu e no 4º “set” voltou a travar o saque do helvético, empatando a contenda com um 6-3 a seu favor, levando-a para o decisivo 5º “set”.
Mas, se a final estava a ser equilibrada e emocionante, o último “set” foi electrizante e épico. Sabendo-se que em Wimbledon, não há “tie-break” no derradeiro parcial, ambos os tenistas sabiam que teriam que fazer o difícil: quebrar o serviço ao adversário. Numa partida em que reinaram os ases e uma tremenda eficácia de primeiros serviços, a tarefa não parecia nada moralizadora. Roddick conseguira-o em duas ocasiões e Federer fora mais forte nos “mini-breaks” também por duas vezes, mas para quebrar o saque do adversário, Federer precisou de 77 jogos, ao 30º jogo do 5º “set”. Memorável o poder dos serviços de ambos os tenistas. No meio de tantos recordes, o suíço teve tempo de bater um seu registo, ao fazer 50 ases! Enquanto que o bombardeiro Roddick se ficou pelos 27. Um autêntico tiroteio, que não chegou para bater o recorde do circuito do gigante Karlovic, com 55 ases. Mais uns jogos e Federer aumentava o pecúlio.
Foi a sexta vitória de Federer em Wimbledon, em sete finais consecutivas, a 15ª em etapas de Grand Slam…
São registos que nunca mais acabam e o helvético promete continuar. “Não vou parar por aqui”, garantiu Federer, visivelmente emocionado, no final da frenética partida. Nós agradecemos.
Para um momento histórico, uma final inédita. Roger Federer precisou de 4h18 para ser, em definitivo, o melhor tenista de sempre e … da actualidade. Contra-senso? Nem por isso. Federer venceu o torneio de Wimbledon e com ele completou um total de 15 vitórias em etapas de Grand Slam, patamar nunca antes alcançado por nenhum tenista. Pete Sampras foi relegado para o segundo lugar na lista dos tenistas mais vitoriosos de sempre. E, com esta vitória, Federer ascende novamente à liderança mundial, donde esteve arredado desde Agosto do ano passado. Depois de um interregno à sua cavalgada de 237 semanas no trono, Federer reassume, agora, o seu posto.

Federer continua a fazer história. E que história se fez no court central All England. É que o norte-americano Andy Roddick tudo fez para evitar o destronar do compatriota Pete Sampras. Foram precisos 77 jogos para se apurar o vencedor, na mais longa final de etapas de Grand Slam, que culminou num parcial insólito de 16-14! Para um momento solene, nada melhor do que uma maratona de espectáculo tenístico, no renovado All England, perante 15.000 entusiastas da modalidade, de dois soberbos praticantes.
Roddick até começou melhor, por virtude de um “break” que conseguiu ao 12º jogo, vencendo o 1º “set” por 7-5. Num jogo muito equilibrado, os jogos de serviços foram decisivos, daí terem ocorrido apenas três “roubos” em 77 jogos. Federer colocou-se em vantagem, ao decidir a seu favor os “tie breaks” do 2º e 3º “set”, mas o norte-americano não cedeu e no 4º “set” voltou a travar o saque do helvético, empatando a contenda com um 6-3 a seu favor, levando-a para o decisivo 5º “set”.
Mas, se a final estava a ser equilibrada e emocionante, o último “set” foi electrizante e épico. Sabendo-se que em Wimbledon, não há “tie-break” no derradeiro parcial, ambos os tenistas sabiam que teriam que fazer o difícil: quebrar o serviço ao adversário. Numa partida em que reinaram os ases e uma tremenda eficácia de primeiros serviços, a tarefa não parecia nada moralizadora. Roddick conseguira-o em duas ocasiões e Federer fora mais forte nos “mini-breaks” também por duas vezes, mas para quebrar o saque do adversário, Federer precisou de 77 jogos, ao 30º jogo do 5º “set”. Memorável o poder dos serviços de ambos os tenistas. No meio de tantos recordes, o suíço teve tempo de bater um seu registo, ao fazer 50 ases! Enquanto que o bombardeiro Roddick se ficou pelos 27. Um autêntico tiroteio, que não chegou para bater o recorde do circuito do gigante Karlovic, com 55 ases. Mais uns jogos e Federer aumentava o pecúlio.
Foi a sexta vitória de Federer em Wimbledon, em sete finais consecutivas, a 15ª em etapas de Grand Slam…
São registos que nunca mais acabam e o helvético promete continuar. “Não vou parar por aqui”, garantiu Federer, visivelmente emocionado, no final da frenética partida. Nós agradecemos.
Sem comentários:
Enviar um comentário