A russa Dinara Safina está a fazer uma prova imaculada em Paris. A líder do ranking mundial não deixa os créditos por mãos alheias e continua a cimentar a liderança que detém, em pontos, mas sobretudo, em exibições sublimes. São poucos os jogos que a russa cede para as adversárias.Frente à eslovaca Cibulkova (20ª WTA), a nº 1 mundial venceu por duplo 6-3 e alcançou a segunda final consecutiva de Roland Garros (a terceira de Grand Slam). Na época transacta, a sérvia Ana Ivanovic “roubou-lhe” o sonho, ao vencer o torneio francês. Safina nunca venceu um Grand Slam, mas também nunca esteve tão perto, tal a superioridade que tem demonstrado, bem como uma incrível segurança na terra batida.
Do outro lado da rede, encontrará a compatriota Kuznetsova, sétima cabeça de série, naquele que será o 14º confronto entre as russas. Aí, Safina leva vantagem, com oito vitórias contra as cinco de Kuznetsova. Tira teimas é mesmo na terra batida , com quatro vitórias para cada lado.
Esta época, realce para o torneio de Estugarda (terra batida), onde Kuznetsova derrotou Safina, na final. No entanto, a nº 1 vem de uma moralizadora vitória no Torneio de Madrid, em terra batida.
Algumas curiosidades que marcam uma final, onde Safina é favorita, mas é no pó de tijolo de Paris que tem de o confirmar.
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