
Cristiano Ronaldo é jogador do Real Madrid. Chegou ao fim uma das mais longas e embrulhadas novelas contemporâneas. Um namoro longo e à distância culminou num casamento há muito anunciado. Se será uma relação feliz, só o tempo o dirá e Santiago Bernabéu será testemunha privilegiada. Para já, a devoção de Florentino Pérez: pagou 94 milhões de euros por CR7, contando alastrar a sua fé aos adeptos merengues (é preciso vender muitas camisolas para render, ao Real, 94 milhões de euros, digo eu!).
94 milhões de euros é um valor surreal, sobretudo em tempos de crise (será que a crise é mesmo real? Ou é só uma treta para encher os noticiários?). Mesmo que a crise não tenha chegado ao futebol, custa a acreditar que a devoção seja a mesma. Espanha não é excepção, aliás, é até o país com maior número de desempregados da Europa. Talvez a crise seja mais visível na hora de comprar camisolas e ir ao estádio. Esperemos. É o valor mais alto alguma vez envolvido num negócio de futebol, dias depois de uma outra contratação milionária. O médio ofensivo Kaká, melhor jogador do mundo em 2007, foi resgatado ao AC Milan, por 65 milhões de euros. Quantia que a somar aos 94 milhões que o Manchester recebeu por Ronaldo perfazem um montante astronómico. E Perez promete não ficar por aqui. Será tudo uma reacção à “triplete” do eterno rival Barcelona (campeonato, taça do Rei e Liga dos Campeões)?
Florentino Perez quer formar uma nova equipa galáctica, sabendo todos nós, que isso nunca trouxe grandes dividendos ao futebol mundial. Salve-se a imprensa, que volta a ter treinos intensos, jogadores/estrelas juntas e jogos com muitos motivos de debate (para o melhor e para o pior).
Lucro teve o Manchester que amealhou uma soma descomunal e Ronaldo, ao auferir 10 milhões de euros por época (não, não vou comentar). E, segundo o próprio, cumprirá um sonho antigo: jogar no Real Madrid (ou viver mais perto das espanholas, não sei bem).
94 milhões de euros é um valor surreal, sobretudo em tempos de crise (será que a crise é mesmo real? Ou é só uma treta para encher os noticiários?). Mesmo que a crise não tenha chegado ao futebol, custa a acreditar que a devoção seja a mesma. Espanha não é excepção, aliás, é até o país com maior número de desempregados da Europa. Talvez a crise seja mais visível na hora de comprar camisolas e ir ao estádio. Esperemos. É o valor mais alto alguma vez envolvido num negócio de futebol, dias depois de uma outra contratação milionária. O médio ofensivo Kaká, melhor jogador do mundo em 2007, foi resgatado ao AC Milan, por 65 milhões de euros. Quantia que a somar aos 94 milhões que o Manchester recebeu por Ronaldo perfazem um montante astronómico. E Perez promete não ficar por aqui. Será tudo uma reacção à “triplete” do eterno rival Barcelona (campeonato, taça do Rei e Liga dos Campeões)?
Florentino Perez quer formar uma nova equipa galáctica, sabendo todos nós, que isso nunca trouxe grandes dividendos ao futebol mundial. Salve-se a imprensa, que volta a ter treinos intensos, jogadores/estrelas juntas e jogos com muitos motivos de debate (para o melhor e para o pior).
Lucro teve o Manchester que amealhou uma soma descomunal e Ronaldo, ao auferir 10 milhões de euros por época (não, não vou comentar). E, segundo o próprio, cumprirá um sonho antigo: jogar no Real Madrid (ou viver mais perto das espanholas, não sei bem).
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