
O FC Porto voltou a fracassar no objectivo de se sagrar campeão europeu em hóquei em patins. No primeiro jogo da “final eight”, os heptacampeões nacionais perderam frente à equipa da casa, o Bassano, de Itália, gorando a possibilidade de se qualificarem para as meias-finais.
Sem Reinaldo Ventura, por castigo, o FC Porto mostrou-se uma equipa amorfa e sem grande capacidade ofensiva. Apesar de chegar à vantagem no marcador, o FC Porto nunca soube aproveitar as debilidades da equipa da casa, que foi crescendo paulatinamente. Depois do intervalo, o Bassano intensificou o ataque e rapidamente deu a volta ao marcador, marcando três golos em dez minutos.
Apesar de algo atordoados, foi a partir do descalabro que os dragões começaram a jogar melhor, terminando o jogo em grande nível. A dez minutos do fim, o argentino Emanuel Garcia voltou a marcar, reduzindo para um golo a diferença no encontro. Mas, apesar da avalanche ofensiva, os azuis-e-brancos não voltariam a marcar, falhando na finalização lances incríveis.
Fica a tristeza de voltarem a falhar na prova máxima do hóquei em patins mundial. E falharam por culpa própria. Provaram ser superiores do que o adversário, mas a boa réplica final foi insuficiente, depois do avanço que concederam ao Bassano. Por isso, mereceram perder, mas tinham capacidade para fazer um jogo melhor. Pena terem acordado quando já era demasiado tarde. Uma equipa que é heptacampeã nacional e que se prepara para ampliar o pecúlio interno, já merecia brilhar na Europa. E Portugal merecia.
Sem Reinaldo Ventura, por castigo, o FC Porto mostrou-se uma equipa amorfa e sem grande capacidade ofensiva. Apesar de chegar à vantagem no marcador, o FC Porto nunca soube aproveitar as debilidades da equipa da casa, que foi crescendo paulatinamente. Depois do intervalo, o Bassano intensificou o ataque e rapidamente deu a volta ao marcador, marcando três golos em dez minutos.
Apesar de algo atordoados, foi a partir do descalabro que os dragões começaram a jogar melhor, terminando o jogo em grande nível. A dez minutos do fim, o argentino Emanuel Garcia voltou a marcar, reduzindo para um golo a diferença no encontro. Mas, apesar da avalanche ofensiva, os azuis-e-brancos não voltariam a marcar, falhando na finalização lances incríveis.
Fica a tristeza de voltarem a falhar na prova máxima do hóquei em patins mundial. E falharam por culpa própria. Provaram ser superiores do que o adversário, mas a boa réplica final foi insuficiente, depois do avanço que concederam ao Bassano. Por isso, mereceram perder, mas tinham capacidade para fazer um jogo melhor. Pena terem acordado quando já era demasiado tarde. Uma equipa que é heptacampeã nacional e que se prepara para ampliar o pecúlio interno, já merecia brilhar na Europa. E Portugal merecia.
Sem comentários:
Enviar um comentário