O Olímpico de Roma recebeu os deuses do futebol e coroou Messi e Barcelona como vencedores da noite. O clube catalão superiorizou-se ao Manchester United na aguardada final da Liga dos Campeões, vencendo por 2-0. Frente a frente, o campeão europeu Manchester e a equipa que melhor futebol praticou durante a época, o Barcelona. Os críticos eram unânimes e o jogo não trouxe surpresas. A equipa espanhola foi superior em quase todo o encontro e, a espaços, jogou ao seu melhor nível, fazendo a bola circular por toda a equipa com classe e baliza adversária no horizonte, polvilhando o campo com a magia de Messi, Iniesta e Xavi.
Os 10’ iniciais davam a entender que a história do jogo seria diferente, com o Manchester a entrar melhor e a criar algum perigo para a baliza de Valdés. No entanto, no primeiro ataque do Barcelona, veio ao de cima a facilidade ofensiva dos espanhóis. O camaronês Eto’o, em iniciativa individual, alvejou com êxito a baliza do experiente Van der Saar. Com 1-0 a seu favor, o Barcelona controlou o jogo, para o sentenciar aos 70’ por Leo Messi. Uma jogada soberba, com um centro milimétrico de Xavi a encontrar a “pulga argentina” na área inglesa, que, pasme-se, cabeceou para o fundo das redes. Um golo tão belo como surpreendente, a culminar uma época fantástica do Barcelona, que junta o troféu da “Champions” à Liga Espanhola e à Taça do Rei, conquistando a primeira “triplete” para o futebol espanhol.
Os 10’ iniciais davam a entender que a história do jogo seria diferente, com o Manchester a entrar melhor e a criar algum perigo para a baliza de Valdés. No entanto, no primeiro ataque do Barcelona, veio ao de cima a facilidade ofensiva dos espanhóis. O camaronês Eto’o, em iniciativa individual, alvejou com êxito a baliza do experiente Van der Saar. Com 1-0 a seu favor, o Barcelona controlou o jogo, para o sentenciar aos 70’ por Leo Messi. Uma jogada soberba, com um centro milimétrico de Xavi a encontrar a “pulga argentina” na área inglesa, que, pasme-se, cabeceou para o fundo das redes. Um golo tão belo como surpreendente, a culminar uma época fantástica do Barcelona, que junta o troféu da “Champions” à Liga Espanhola e à Taça do Rei, conquistando a primeira “triplete” para o futebol espanhol.
Foi uma vitória do futebol, numa obra de arte orquestrada por Guardiola e desenhada por Messi e companhia. O Barcelona é, provavelmente, a melhor equipa de futebol dos últimos anos e o triunfo europeu é uma vitória do futebol espectáculo e do modelo ofensivo 4-3-3. Guardiola montou uma equipa soberba e o futebol deve ao jovem treinador os melhores espectáculos da época. Mais do que a vitória de Barcelona, ontem, presenciamos a vitória do espectáculo rendilhado sobre o futebol directo inglês. Guardiola pode celebrar, pois é o grande mentor do projecto catalão. As pinceladas de Messi e Xavi fazem o resto...
No tão badalado duelo individual, Messi levou a melhor sobre Cristiano Ronaldo, ao levar a taça para casa, bem como a distinção de melhor jogador em campo, pela organização. O argentino somou o nono golo, aumentando a vantagem no topo da lista de melhor marcador da Liga dos Campeões. Na final, como na restante época, Messi foi melhor e espalhou classe no Olímpico de Roma. Hoje, os deuses cederam lugar ao futebol e o astro argentino parece cada vez mais adaptado a ambientes transcendentais.






























