
No duelo britânico da “Champions”, o Manchester United pôs-se em vantagem na eliminatória, ao derrotar o Arsenal por 1-0, em Old Trafford. O golo surgiu por intermédio de John O’Shea, num lance de bola parada, ainda na primeira parte. Aliás, os “red devils” fizeram um primeiro tempo de sonho, num encontro em que foram os únicos à procura da vitória. O Arsenal fez um jogo cauteloso e até foi feliz, por não ter encaixado mais nenhum golo. Os jogadores defenderam-se como puderam e nunca se aventuraram muito no ataque, procurando um resultado que lhes permitisse discutir a eliminatória no Emirates Stadium, na próxima semana.
O Manchester mostrou estar a subir de forma e tornou evidente o desejo de repetir a final do ano passado, enquanto o Arsenal esteve irreconhecível, sendo por vezes bafejado pela sorte e pela inspiração do guarda-redes Almunia.
Depois do Barcelona – Chelsea, houve mais uma meia-final com sentido único. Esta fase da Liga dos Campeões está muito táctica e há muito estudo entre as equipas, que provam conhecer-se e respeitar-se muito. Perde o espectáculo, mas salva-se a emoção. Com tudo em aberto, na próxima semana as equipas vão ter que jogar ao máximo, se quiserem validar a passagem para Roma. Ninguém quer perder o comboio da final, e os espectadores vão, certamente, ganhar com esta luta, depois da frustrante e pobre primeira-mão.
O Manchester mostrou estar a subir de forma e tornou evidente o desejo de repetir a final do ano passado, enquanto o Arsenal esteve irreconhecível, sendo por vezes bafejado pela sorte e pela inspiração do guarda-redes Almunia.
Depois do Barcelona – Chelsea, houve mais uma meia-final com sentido único. Esta fase da Liga dos Campeões está muito táctica e há muito estudo entre as equipas, que provam conhecer-se e respeitar-se muito. Perde o espectáculo, mas salva-se a emoção. Com tudo em aberto, na próxima semana as equipas vão ter que jogar ao máximo, se quiserem validar a passagem para Roma. Ninguém quer perder o comboio da final, e os espectadores vão, certamente, ganhar com esta luta, depois da frustrante e pobre primeira-mão.
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